segunda-feira, 22 de março de 2010

Jardinagem - ou das relações humanas




Faz tempo que não escrevo aqui. Senti muita falta nos últimos dias. Acho que agora tenho todo o incentivo que precisava pra voltar a lembrar dos pensamentos ultimamente tão esquecidos.

Ontem me peguei olhando p'ras minhas duas plantinhas: uma orquídea linda que ganhei de aniversário e uma pimenteira que comprei assim que cheguei no novo (não mais tão novo assim) apê.

Uma precisa de bastante água. A outra, pouca.

Li um monte sobre cuidados com elas, mas a verdade só veio no dia-a-dia. Comecei testando um nível de água que achava razoável. Mas elas pediam às vezes mais, às vezes menos água. Varia com a umidade, calor... E todo dia lá estou eu observando se a quantidade de água que eu dou pra elas é adequada. Não adianta dizer o que é bom pra elas, pois não sou planta pra saber as suas necessidades. Elas falam por si só. E não adianta só escutar; tem que ouvir com atenção, procurar entender o que elas dizem com suas quase imperceptíveis ações e reações: murchando, florindo, verdejando...

12 comentários:

CordelieK disse...

A jardinagem é uma arte di-fi-ci-lís-si-ma! Toda velhinha inglesa sabe disso. E todo mundo que já amou.

Deh disse...

E o mais trabalhoso deve ser que o cuidado com as duas plantas não deve ser igual.. E que deve mudar com cada uma delas a cada nova estação...
E que nem sempre é de água que elas precisam. Mas só que você pare um tempo pra olhar pra elas... Dizem que as plantas sentem essas coisas!
Mas é... Talvez só a velhinha inglesa pra entender melhor... Ela já cuidou de muitas.....

Maíra Bezzi disse...

Sílvio, sim, lidar com as plantas e entedê-las é uma arte! Só sei que graças a elas, eu tenho aprendido uma porção de coisas! Como você...
É bom te ver de volta! E vamos regar este seu lindo jardim de pensamentos esquecidos... será?
Carinhosamente, Maíra.

Mulhera disse...

Pronto, vai começar a falar com as plantas...hahahahahahhahahahha! regue, cuide, adube, mas não precisa conversar, plantas de-tes-tam conversar, ainda noutro dia uma daqui de casa me disse isso, estava enjoada de ver gente tentando conversar com ela, e me disse, séria, Sou uma planta, e me deixem em paz.

Mulhera disse...

E bem vindo de volta, espero que não pare...

Jane Murback disse...

Tem uma plantinha que eu reguei com um email, vc recebeu? No gmail.
Que bom que vc voltou!
Bjos mil

fvelame disse...

Você me fez olhar para o ficus aqui na sala, que está em uma situação deprimente...vou tentar salvá-lo!

Mari Ceratti disse...

Saudade! Não deixa o blog não. :o)
beijos

Fabi disse...

e ainda tem a coisa da empatia da pessoa, digo, da planta com você, né? eu por exemplo tive uma orquidea que sem dúvida nenhuma não gostava muito de mim - tive um namorado assim também, mas isso fica pra outro comentário! - bom te ter de volta! beijo

Mefisto disse...

Achava que tinha comentados os comentários já...

Alguém lembrou do meu texto quando a rainha branca em Alice no País das Maravilhas falou pra sua 'funcionária' que achava que as plantas estavam meio tristes e que ela devia conversar com elas com mais atenção? Eu ri sozinho. rsrs

CK, Deh e Maíra, sábias palavras.

Mulhera, deixa de gozação. Se não quer conversar, pode tocar uma musiquinha pra ela. :P

Jane, Jane, Jane... cd vc?

Flávio, google 'como cuidar do seu ficus'. Aposto que vc vai achar algo interessate. De ficus eu entendo pouco. Menos ainda de pessoas.

Fabi, conta pra gente da orquídea que gostava pouco de vc (e do namorado)!

Beijos.

Danielle disse...

Eu comprei uma arvore, acho que planta faz falta, da vida ou enche a vida de mais vida, na verdade acho que me faz companhia...e agora comprei um vaso e troco as flores toda semana, acho que é pra dar cara de casa, mesmo que vazia...

Paulo Victor disse...

minha mãe, pra mim, quase que diariamente: como vc pode não gostar de planta???
não é bem assim... é só que...